O significado dos cuidados de enfermagem para o enfermeiro docente

Arquivos suplementares

PDF

Palavras-chave

cuidados de enfermagem; docentes de enfermagem; formação de conceito

Como Citar

Moura, D., Santos, S., Teixeira, D. ., Penaforte, H. ., Sequeira, C. ., & Moura, C. . (2019). O significado dos cuidados de enfermagem para o enfermeiro docente. Revista De Investigação &Amp; Inovação Em Saúde, 2(1), 33–40. https://doi.org/10.37914/riis.v2i1.45

Resumo

Enquadramento: o cuidado de enfermagem é um conceito singular e multidimensional, sendo condição fulcral para a compreensão do ser humano, objeto central de estudo para os estudantes de enfermagem. Objetivo: este estudo tem como objetivo compreender qual o significado do cuidado de enfermagem para o enfermeiro docente. Metodologia: é um estudo de natureza qualitativa seguindo os princípios da fenomenologia utilizando entrevistas semiestruturadas. Questionamos 10 enfermeiros a desempenharem funções de ensino. Resultados: os resultados conferem aos cuidados de enfermagem significados oferecidos pelos docentes enfermeiros de competências que circulam em volta dos diferentes saberes: saber, saber ser e saber fazer, de entre os quais adquirem maior significado o saber e o saber fazer em sequência lógica vistos como indissociáveis. Conclusão: a formação circula em torno de um conjunto de saberes para construção do perfil dos futuros enfermeiros, mobilizando, integrando e transferindo todos eles, com a finalidade de promover cuidados humanizados e de bem-estar em que a autonomia é o fim último a atingir.

https://doi.org/10.37914/riis.v2i1.45

Referências

Amestoy, S.C., Cestari, M.E., Milbrath, V.M. & Porto, A.R. (2010). Enfermeiras refletindo sobre seu processo de trabalho. Cogitare enferm, 15(1). Acedido 20-09-2015, Disponível em: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index. php/cogitare/article/view/17188/11323 7.
Amestoy, S.C., Cestari, M.E., Thofehrn, M.B., Milbrath, V.M., Trindade, L.L. & Backes, V.M.S. (2010). Processo de formação de enfermeiros líderes. Rev Bras Enferm, 63(6). Acedido 09-09-2015, Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v63n6/11.pdf 4.
Ávila, V.C., Amestoy, S.C, Porto, A.R., Thofehrn, M.B., Trindade, L.T. & Figueira, A.B. (2012). Visão dos docentes de enfermagem sobre a formação de enfermeiros-líderes. Cogitare Enferm, 17(4), 621-7.
Collière, M.-F. (1989). Promover a vida: Da prática das mulheres de virtude aos cuidados de enfermagem. Lisboa: Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
Corbani, N.M.S., Brêtas, A.C.P., & Matheus, M.C.C. (2009). Humanização do cuidado de enfermagem: O que é isso?. Rev Bras Enferm, 62 (3), 349-354. Retirado de http://www.scielo.br/pdf/reben/v62n3/03.pdf.
Ferreira, C., I., S., R., A., (2015). Gestão Em Enfermagem E A Formação Em Serviço: Tecnologias De Informação E Padrões De Qualidade. Mestrado em Direção e Chefia dos Serviços em Enfermagem. Escola Superior ee Enfermagem Do Porto.
Fontanela, B.J.B., Ricas, J. & Turato, E.R. (2008). Amostragem por saturação em pesquisas qualitativas em saúde: contribuições teóricas. Cad saúde pública, 24(1), 17-27.
Fortin, M.-F-, Côté, J., & Filion, F. (2009). Fundamentos e etapas do processo de investigação. Loures: Lusociência.
Giorgi. A., & Sousa, D. (2010). Método fenomenológico de investigação em psicologia. Lisboa: Fim de século.
Husserl, E. (1986). A ideia da fenomenologia. Lisboa: Edições 70.
Jorge, A.A.F. (2012). A formação do Enfermeiro e os conteúdos curriculares necessários para aquisição de competências e habilidades para o planejamento e a gestão em saúde. Rev Eletr Gestão & Saúde, 3(3), 1013-30. Acedido 28-09-2017, Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/5555804.pdf.
Lima, I. (2010). Formação inicial: Metodologias formativas baseadas em experiências de vida ao longo das quais se formam a identidade pessoal e a identidade profissional em enfermagem – Um contributo para o corpo que somos. Tese de doutoramento. Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, Porto.
Oliveira, J. & Botelho, M. (2010). De Husserl a Ricoeur: Um Percurso Metodológico Aplicado à Investigação em Enfermagem. As Propostas Fenomenológico-Hermenêuticas de Alexander e de Lindseth & Norberg. Pensar Enfermagem, 14 (2), 19-29.
Ordem dos Enfermeiros. (2002). Padrões de qualidade de cuidados de enfermagem. Lisboa.
Ordem dos Enfermeiros. (2003a). Conselho de Enfermagem: Do caminho percorrido e das propostas (análise do primeiro mandato 1999/2003). Lisboa: Ordem doa enfermeiros.
Ordem dos Enfermeiros. (2003b). Plano de Saúde (PNS): Orientações estratégias contributos/posições da ordem dos enfermeiros. Revista da Ordem dos Enfermeiros, 10, 7-11.
Sousa, A.S.S., Jardim, V.M.R., Coimbra, V.C.C., Kantorski, L.P, Oliveira, M.L.M., Franzmann, U.T. & Pinheiro, G.E.W. (2011). O projeto pedagógico do Curso de Enfermagem da UFPel. JONAH, 1 (1). Acedido 20-09-2015, Disponível em: http://www.ufpel.edu.br/revistas/index.php/enfermagemesaude/article/viewPDFInterstitial/55/40.
Teixeira, Lia C., & Oliveira, Ana M. (2005). A relação teoria-prática na formação do educador e seu significado para a prática pedagógica do professor de Biologia. Acedido 3-10-2017, Disponível em http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index.php/ensaio/article/viewArticle/102